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	<title>Bee</title>
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	<description>Consultoria &#38; Desenvolvimento Humano</description>
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		<title>6 passos que irão te ajudar a fazer sua transição de carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 13:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Você pode estar pensando em fazer um movimento vertical dentro da empresa que trabalha, um movimento de ida para outra empresa ou até mesmo desenhar uma nova carreira. Com o aumento de pessoas buscando o autoconhecimento e o equilíbrio em todas as áreas da vida, vejo, cada vez mais, a busca por novas carreiras. As [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Você pode estar pensando em fazer um movimento vertical dentro da empresa que trabalha, um movimento de ida para outra empresa ou até mesmo desenhar uma nova carreira. Com o aumento de pessoas buscando o autoconhecimento e o equilíbrio em todas as áreas da vida, vejo, cada vez mais, a busca por novas carreiras. As pessoas têm mais clareza em relação ao que querem e o que não para suas carreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Joel Dutra, é importante saber que existem algumas etapas de um processo de transição de carreira que todo profissional que optar por isso vai passar:</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Racional&nbsp;</strong>– o profissional percebe que dentro da empresa que trabalha não tem mais espaço para o seu crescimento, não tem mais perspectivas de desenvolvimento de sua carreira. Fica em uma situação de ambiguidade, que é abandonar a zona de conforto e enfrentar o desconhecido. Tem clareza que enfrentará um grande desafio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você deve conhecer pessoas que estão nesse momento da carreira ou pode ser você mesmo. O profissional já não faz mais suas entregas como fazia anteriormente, não participa ativamente das reuniões, está sem energia para levantar da cama e iniciar sua jornada de trabalho, se ausenta muito e começa a receber feedbacks negativos do gestor. Notadamente não está mais feliz com seu trabalho.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emocional&nbsp;</strong>– associamos a nossa marca à empresa que trabalhamos e isso gera uma dificuldade, uma sensação de perda da identidade profissional. É preciso renunciar a marca antiga para assumir a nova, mesmo que seja dentro da mesma empresa, em um novo cargo por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somos conhecidos pelo nosso nome seguido do nome da empresa que trabalhamos. Dissociar isso não é tão fácil. Fazer uma mudança de carreira gera medo e insegurança e isso é totalmente natural. E por isso as pessoas relutam em mudar. Continuam nos empregos que não as fazem felizes tentando convencer a si mesmas com as mais variadas justificativas como, ah, eu já conheço todo mundo, já sei como o meu gestor “funciona”, recebo o salário todo o final do mês certinho. Sim, tudo é importante e dependendo de qual é a sua âncora de carreira alguns fatores são mais importantes que outros, mas ser feliz no trabalho também é importante.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Limbo</strong>&nbsp;– nesse momento o profissional já renunciou a identidade antiga, mas não assumiu a nova por completo ainda. Se esse período durar muito tempo pode trazer uma depressão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso é tão importante que as pessoas se preparem para a aposentadoria. Temos uma perspectiva de vida muito maior do que há alguns anos. Hoje as pessoas se aposentam jovens e tem muito a contribuir ainda com a sociedade, além de se sentirem ativas.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consolidação da nova carreira</strong>&nbsp;– precisa se reinventar, talvez alguns comportamentos e hábitos antigos devam ser ressignificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente esses são alguns dos motivos que fazem com que o profissional queira fazer uma transição de carreira:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Não vê mais sentido no que faz.</li>



<li>Está estagnado e&nbsp;desmotivado, não vê perspectivas no trabalho atual.</li>



<li>Trabalha em uma empresa em que os valores não são congruentes com os seus.</li>



<li>Comparando com o mercado percebe que não é bem remunerado.</li>



<li>Sente que está desperdiçando energia em algo que não traz o retorno que espera.</li>



<li>Não consegue se imaginar fazendo a mesma coisa para o resto da sua carreira.</li>



<li>Não trabalha com o que gosta.</li>



<li>Não consegue equilibrar as outras áreas da vida.</li>
</ul>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Não é tão simples como parece e é preciso trilhar um caminho para fazer uma transição de carreira mais tranquila. É um período de muitos questionamentos, ansiedade, dúvidas, receio de errar. Mas você pode seguir alguns passos que irão te ajudar:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Você tem uma história de carreira, então avalie suas competências. Liste suas habilidades técnicas e comportamentais. Tenha clareza das suas qualidades. Pense em todos os resultados que você teve e o que agregou nas empresas que passou. E escreva para ter consciência e clareza.</li>



<li>Avalie todas as competências que você ainda precisa desenvolver. Quais ajustes devem acontecer para você atingir o que deseja? Quais habilidades você precisa adquirir para ter sucesso na nova área?</li>



<li>Analise o mercado que deseja trabalhar. Pesquise para entender se de fato é o que você quer. Converse com pessoas do seu networking, faça entrevistas, leia, procure os resultados da área que você deseja trabalhar.</li>



<li>Tenha clareza do que você deseja. O que você quer mudar e por que você quer mudar? A nova carreira vai proporcionar o que você está buscando? Vai atender seus motivadores de carreira?</li>



<li>Se você sabe o que não gosta de fazer, mas ainda não descobriu o que gosta verdadeiramente invista em autoconhecimento para que sua nova escolha seja mais assertiva.</li>



<li>Se tiver dificuldade em passar por todos esses pontos sozinho, busque um profissional para te ajudar, mas tome uma atitude. Não espere passar 10 anos para perceber que sua carreira é o maior motivo de infelicidade na sua vida.</li>
</ol>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fazer uma transição de carreira é totalmente possível, mas exige planejamento, preparação e paciência. Se esse é o seu momento invista um tempo para se dedicar a esses passos e não tenha medo, passe pelo processo com consciência e alcance o resultado que espera.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“A melhor maneira de prever o futuro, é cria-lo.” Peter Drucker</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como eu fiz minha transição de carreira aos 47 anos e hoje vivo a minha missão de vida</title>
		<link>https://beedh.com.br/como-eu-fiz-minha-transicao-de-carreira-aos-47-anos-e-hoje-vivo-a-minha-missao-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 13:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Hoje me deu uma nostalgia boa. Foram muitas lembranças resgatadas da minha trajetória de carreira. Na verdade, estou assim desde ontem, pois estava me preparando para uma live com meu mentor, Mauricio Sampaio, onde iria falar sobre minha trajetória de carreira. Foi como se estivesse passando um filme na minha cabeça. Comecei a trabalhar com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hoje me deu uma nostalgia boa. Foram muitas lembranças resgatadas da minha trajetória de carreira. Na verdade, estou assim desde ontem, pois estava me preparando para uma live com meu mentor, Mauricio Sampaio, onde iria falar sobre minha trajetória de carreira. Foi como se estivesse passando um filme na minha cabeça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comecei a trabalhar com 18 anos e meu único objetivo era pagar a faculdade. Como toda jovem, ainda mais naquela época (tenho 51 anos, então faz bastante tempo!) não sabia exatamente o que eu queria ser quando crescer…rs. Não tinha tanta informação como agora e o autoconhecimento nem era discutido. Comecei fazendo Jornalismo, já que eu gostava muito de escrever, achei que seria uma profissão que eu ia abraçar. &nbsp;Cursei um ano e não gostei! Prestei vestibular novamente para Economia, trabalhei 3 anos na área enquanto estudava e não gostei. Definitivamente aquilo não me faria feliz! Não sou de números, sou de pessoas. O curso abriu muitas portas, mas não me via trabalhando nessa área. Hoje sei de tudo isso, mas não tinha nem ideia na época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E assim foi durante muito tempo. Quando não temos certeza do que queremos, a vida vai nos levando para o caminho que ela escolher. Não escolhemos, somos escolhidos! Tive experiencias de trabalho em diversas empresas, algumas muito boas, outras nem tão boas. Mas uma coisa eu percebi desde cedo, eu gostava de gente! Eu me importava com as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Passei por algumas lideranças tóxicas e cada vez mais eu tinha certeza de que eu queria ser líder e que faria tudo diferente. Ao menos, tentaria. Tive a minha primeira oportunidade de liderar bem nova. Foi um desafio jogado no meu colo e eu, mesmo sem preparo, abracei. E assim foi a maior parte da minha carreira, liderando. Errei bastante, mas fui aprendendo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram 29 anos dentro do mundo corporativo! Meu último trabalho, como funcionária foi na Fundação Getúlio Vargas, instituição que eu sonhava trabalhar. Lembro como se fosse hoje quando fui chamada para o processo seletivo a felicidade que eu fiquei. Lembro também de quando fui fazer uma entrevista com a diretoria da escola e na porta da FGV fui agraciada com uma “caca” de um pombo que manchou minha camisa branca. Na hora falei, não acredito! Mas no fim acho que deu sorte porque fui contratada…rs. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhei durante 10 anos na FGV e posso falar que foi uma das melhores experiências de trabalho que tive. Conheci pessoas extraordinárias, aprendi sobre o mundo da educação, que eu acredito e admiro. Tantas aulas (sem estar na sala de aula) convivendo com grandes professores! Líderes e liderados que me ensinaram a ser uma pessoa melhor, a ser uma líder melhor, a ser uma líder de verdade. Pessoas que tenho certeza de que são para a vida toda. Eu era feliz com o que eu fazia, era rodeada de excelentes pessoas e profissionais. Mas havia uma inquietude em meu coração, não sabia exatamente o que, mas eu precisava descobrir. E fui buscar o tal do Coaching.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2014 fiz um programa de coaching e foi tão bom que me encantei. Aquele programa me deu uma bela cutucada! Fez ver minhas mazelas, meus medos, e fez eu enxergar tudo o que eu podia ser. Despertou o meu melhor. Desde então busquei a fundo o autoconhecimento. Fui mergulhando para descobrir verdadeiramente quem eu sou e o que eu queria para minha vida! Nem todas as descobertas foram boas e tive que tratar as dores que apareceram, mas foi incrivelmente libertador! Quanta gente me ajudou nessa jornada! Percebi comportamentos que eu tinha que não faziam sentido, sabotadores presentes na minha mente atrapalhando meu progresso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ahhhh se esse programa tivesse acontecido lá atrás quando eu tinha 18 anos…como teria sido diferente! Foram muitas transformações, muita clareza do que eu queria para a minha vida e a certeza que só dependia de mim as mudanças que eu buscava. Entendi o que é autorresponsabilidade e que o direcionamento da minha vida e carreira dependia única e exclusivamente de mim. Nunca somos vítimas, nós escolhemos ficar no emprego que não gostamos, trabalhar com o chefe tirano, não ter a promoção que almejamos, não sermos felizes com o que fazemos. &nbsp;Mas precisei de ajuda, afinal ninguém faz nada sozinho. Aliás esse era um ponto que eu tinha que curar, me achar autossuficiente!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontrei o que eu queria para o resto da minha vida e decidi planejar para chegar nesse objetivo. E foi o que aconteceu. Depois de dois anos fiz a minha primeira formação de Coaching e não parei mais. Resolvi investir nessa nova profissão. A possibilidade de ajudar os outros a enxergarem o que eu enxerguei me fascinou! Fiz a minha transição de carreira aos 47 anos! E atendo às vezes alguns clientes que com 30 anos acham que é tarde para mudar. Nãooooooooooooo! Nunca é tarde para mudarmos o que nos incomoda. Nunca é tarde para sermos felizes em nossas carreiras!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não foi fácil essa transição de carreira. Venho de uma cultura onde se acreditava e valorizava o que era mais seguro, o trabalho formal, registrado em carteira. E eu durante muitos anos acreditei nisso e não vejo nada de errado em acreditar. Tudo depende muito do que te motiva. Os tempos mudaram. Tive que mudar meu mindset, tive que entender de assuntos que nunca me preocupei em saber. Demorou um pouco para minha mentalidade mudar, hoje vejo infinitas possibilidades e formas de trabalho. Acredito que não somos limitados a nada. Tive que aprender o que é SER uma empresa, cuidar do marketing, das finanças, fazer os atendimentos, enfim, um universo totalmente novo e desafiador. Fui buscar ajuda, me capacitei em assuntos que nunca imaginei que “levava jeito”. Estudei muito e continuo estudando porque quero dar o meu melhor, sempre fui assim e sempre serei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou extremamente grata a todos que passaram pela minha jornada no mundo corporativo. Não tem como nomear todos, é muita gente para agradecer. Cada puxão de orelha e cada feedback positivo formaram quem eu me tornei hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sou extremamente grata a todos meus clientes de Coaching e Orientação de Carreira, que dão um voto de confiança e acreditam no meu trabalho. Acreditam em si mesmos e na possibilidade de alcançar os resultados que desejam, em ter uma carreira feliz, próspera! As empresas que me contratam para eu transmitir todo o conhecimento que tive nos 20 anos liderando. Sou extremamente grata a minha família que me ensinou os valores que carrego ate hoje e que me ajudam muito no trabalho que desenvolvo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você não está feliz com sua carreira, tome uma atitude! E quando eu falo isso, não estou dizendo para jogar tudo para cima, pedir as contas do emprego, largar tudo e ir morar no meio do mato (a não ser que esse seja o seu sonho). O que eu falo é para você entender quem você é! O que te motiva! Que tipo de trabalho vai te fazer feliz! E logicamente, planejar e tomar as atitudes que precisa para fazer a mudança, se for o caso. &nbsp;Tenha clareza do que você quer e vá em direção aos seus sonhos. Viemos nessa vida para sermos felizes, inclusive na carreira!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conhecer o perfil comportamental da sua equipe pode ajudar a liderança a ter melhores resultados</title>
		<link>https://beedh.com.br/conhecer-o-perfil-comportamental-da-sua-equipe-pode-ajudar-a-lideranca-a-ter-melhores-resultados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 12:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[LÍDER, VOCÊ CONHECE BEM A SUA EQUIPE? Cada membro da sua equipe é único, tem expectativas e objetivos diferentes, certo? Portanto, para aproveitar ao máximo o potencial individual, você precisa conhecer bem o perfil da sua equipe. Fazendo isso, você sai na frente com essas vantagens principais: Compatibilidade: Você vai conseguir montar equipes de alta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">LÍDER, VOCÊ CONHECE BEM A SUA EQUIPE?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cada membro da sua equipe é único, tem expectativas e objetivos diferentes, certo? Portanto, para aproveitar ao máximo o potencial individual, você precisa conhecer bem o perfil da sua equipe. Fazendo isso, você sai na frente com essas vantagens principais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compatibilidade</strong>: Você vai conseguir montar equipes de alta performance. Fica mais fácil ter resultados quando temos alinhamento entre os diferentes perfis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evita conflitos:</strong>&nbsp;Ao conhecer o perfil das suas equipes, você pode identificar tipos conflitantes presentes em cada uma delas. Divergências podem ser construtivas, mas em excesso prejudicam o desempenho final.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Une perfis complementares:</strong>&nbsp;Da mesma forma que alguns tipos de perfis se confrontam, outros com habilidades e características diferentes podem se complementar mutuamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sabe quem deve estar na sua empresa:</strong>&nbsp;Conhecer o perfil das suas equipes não é relevante apenas para o seu contexto atual, mas também para futuras contratações. Alguns profissionais, por mais capacitados que sejam, não têm seus objetivos alinhados à empresa. Isso pode prejudicá-los ao buscar suas próprias metas, assim como as da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas 4 vantagens, de maneira geral, vão te permitir saber se cada membro da sua equipe realmente tem o perfil certo para as atividades que estão sob sua responsabilidade.&nbsp;É dessa forma que você começa a potencializar os resultados da sua equipe:&nbsp;<strong>CONHECENDO BEM CADA UM DELES.</strong></p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">Você já deve ter ouvido falar do DISC, que é uma metodologia utilizada para diversos fins como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Processos seletivos</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Promover pessoas,</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Programas de coaching</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Treinamento em empresas</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aprimorar o autoconhecimento</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Elaborar planos de carreira</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar se as pessoas estão nas funções certas</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Desenvolver lideranças</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar necessidades de desenvolvimento</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhorar processos de comunicação</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Analisar equipes entre outras</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar as pessoas de alta performance</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Identificar estratégias de motivação</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Melhorar os relacionamentos</li>
</ul>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o DISC</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando pensamos em perfil comportamental nos remetemos aos gregos acreditavam que os quatro elementos básicos da natureza (fogo, água, terra e ar) influenciavam o comportamento das pessoas. Hipócrates, frequentemente chamado de o pai da medicina Ocidental, acreditava que nosso comportamento era determinado pelo equilíbrio dos nossos quatro fluidos corpóreos essenciais: se o nosso sangue predomina, somos “alegres” de temperamento; se a nossa bile negra predomina, somos “sombrios” de temperamento; se é a nossa bile amarela, somos “entusiásticos” de temperamento; e se é o nosso fleuma, somos “calmos” de temperamento. Depois surgiu o conceito de colérico, sanguíneo, fleumático e melancólico como tendências comportamentais das pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O psicólogo norte-americano&nbsp;<strong>William Moulton Marston, no início dos anos 20, construiu o modelo DISC</strong>, que são as iniciais de&nbsp;<strong>Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade</strong>. É uma metodologia neutra, ou seja, não há um padrão comportamental que seja sucesso e outro que indique fracasso. Não existe perfil comportamental certo ou errado. É sempre interessante o uso de outros instrumentos em conjunto com o DISC para coletar mais dados sobre a pessoa a fim de fazer um plano de desenvolvimento mais adequado. Não somos limitados pelo seu perfil comportamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma análise rica e que nos traz muitas informações acerca de nós mesmos ou de nossas equipes. É uma grande oportunidade de entendermos nossos potenciais e as oportunidades de crescimento. Nesse texto compartilho um pouco das características de cada perfil para você avaliar com o que mais se identifica. Esclarecendo, podemos ter dois ou até três perfis predominantes. O ideal é você responder o questionário para entender exatamente qual é o seu perfil comportamental, mas acredito que lendo sobre cada um, talvez você consiga se identificar ou até o comportamento das pessoas que são mais próximas a você.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph">São 4 perfis comportamentais, vamos a eles:</p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dominante</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas com esse perfil comportamental têm autoconfiança, são rápidas em suas decisões e obstinadas para entregar resultados. Tem necessidade de estar no comando e buscam oportunidades de crescimento dentro da empresa. Não tendo os desafios da predominância muito forte do Dominante, são excelentes líderes porque fazem duas equipes trazerem resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior dificuldade de um dominante é entender o ritmo dos outros. Geralmente essas pessoas têm o raciocínio muito rápido e perdem com facilidade a paciência com os perfis mais lentos. A lentidão e o excesso de sentimentalismo os deixam irritados. Podem ser vistos como agressivos e arrogantes por terem um comportamento mais direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lidar com um dominante é mais fácil pelo fato de que você sabe exatamente como ele é, geralmente são super transparentes, falam o que tem que falar para você diretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisam prestar atenção em suas emoções e no autocontrole, pois quanto mais alto for o grau da dominância, maior a tendencia de ter mais pavio curto ou ter acessos de raiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comunicação eles esperam que as pessoas sejam rápidas e objetivas, o que é um grande desafio já que todos convivemos com todos os tipos de perfis diariamente. Então se você convive com um dominante seja claro, específico e direito ao ponto. Não enrole, senão rapidamente ele vai perder o interesse no que você está falando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem grande valor para a equipe sendo uma pessoa que tem macrovisão, consegue enxergar um cenário completo. Tem um ritmo rápido e iniciativa para começar os projetos, tendo foco na ação. Tem bastante energia para fazer suas tarefas e são motivadas por desafios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dica para aliviar o estresse de quem se identifica com esse perfil é fazer atividades físicas que levem a exaustão ou de natureza competitiva.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você lidera alguém com esse perfil, treine suas habilidades de trabalhar em equipe e proporcione tarefas desafiadoras. Não deixe cair na rotina porque isso o levará a desmotivação muito rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade: geralmente caminha de forma rápida e em linha reta, partindo do princípio que os outros vão desviar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Você se identifica com o perfil Dominante?</em></p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Influente</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas com esse perfil comportamental geralmente são mais extrovertidas, descontraídas e bem humoradas. O influente quando chega em um ambiente não passa desapercebido. Tem grande necessidade de interagir e verbalizar. Busca estar na presença de pessoas com frequência. São otimistas e procuram sempre ver o lado bom das coisas, mesmo quando a situação não é muito favorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior dificuldade de um influente é manter o foco em uma única atividade ou em atividades que exijam muito controle e organização. Além disso não contém suas emoções, geralmente deixam transparecer o que estão sentindo, independente das circunstâncias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se incomodam bastante com muitas regras e detalhes. Por isso fogem de trabalhos que exijam muito nesse sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trazem benefícios para uma equipe sendo persuasivos, agregadores e bons motivadores. São criativos e tem grandes ideias trazendo inovação para sua equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O excesso de influência pode fazer com que a pessoa seja promotora de si mesma e tenha dificuldade em ouvir o outro. Se você percebe essa característica precisa desenvolver a escuta. Quer fazer um exercício? Se observe durante um único dia, veja se você usou mais a habilidade da fala ou da escuta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dica para aliviar o estresse de quem se identifica com esse perfil é ir a happy hours, conversar e se divertir com outras pessoas. A troca com outras pessoas gera uma energia incrível para esse perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você enxerga alguém com essas características convivendo com você, não se comunique com essa pessoa de forma ríspida, arrogante ou impessoal. Você não vai conseguir impactá-la com a sua mensagem e vai deixá-la bem aborrecida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você lidera um influente nunca o deixe trabalhando em uma sala sozinho, isso pode atrapalhar sua produtividade, ele necessita de interação com outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade: pessoas com esse perfil sorriem com naturalidade, gesticulam com muita frequência e são bastante intensas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Consegue perceber alguém com esse perfil no seu trabalho, entre seus amigos ou mesmo na sua família?</em></p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Estável</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Geralmente as pessoas com esse perfil são calmas, pacientes, gentis e com maior facilidade para ouvir e refletir antes de falar. Não são as pessoas mais rápidas para iniciar um projeto, mas tem consistência, terminando os projetos que iniciam. Gostam de ter tempo para planejar e são cooperativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem necessidade de viver em harmonia, de estar em ambientes tranquilos e terem tempo para reflexão. Geralmente não mostram suas emoções, apesar de serem muito emotivos. Também são mais introvertidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior dificuldade do estável é agir com rapidez e independência e isso pode fazer com que ele não saia do planejamento e tenha dificuldade de iniciar as coisas. Sabe quando você tem todas as suas metas super organizadas, escritas, mas não sai do papel? Pode ser por conta da intensidade desse perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Traz grandes benefícios para uma equipe porque são leais, tem muita facilidade de reconciliar as pessoas, estabilizar relações de conflito e como tem um pensamento lógico, pode fazer o time voltar a realidade quando estão “viajando” em alguma ação que é inviável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando for se comunicar com um estável mostre interesse sincero por ele, ouça e seja receptivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dica para aliviar o estresse de quem se identifica com esse perfil é estar em ambientes familiares ou ter seu momento de reflexão sozinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você lidera um estável, crie um ambiente de trabalho acolhedor e que apresente espaço para discordâncias. Não dê muitos projetos de uma vez para ele cuidar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade: esse perfil costuma enviar e-mails longos e com muitas informações além de ter um tom pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tem alguém assim no seu time?</em></p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Conforme</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quem tem esse perfil geralmente é ligado em detalhes, para esse perfil não passa nada. São discretos, tem um pensamento lógico e muito observadores. Exigentes consigo mesmo e com os outros, às vezes apresentam um perfeccionismo exagerado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tem necessidade de fazer tudo certo, sofre muito com a possibilidade de errar. Possui dificuldades em se expor, mas tem excelentes ideias. Se você lidera alguém com esse perfil o estimule a falar e participar das reuniões, você pode se surpreender com o tanto de soluções que ele pode apresentar para os problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Falam pouco porque são mais de observar e ouvir, mas tem um poder de síntese incrível. Chame um conforme depois de uma reunião para conversar contigo, e ele vai te dar um resumo do que foi falado e ainda sugestões que ninguém havia pensado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São vistos como pessoas preocupadas e mais pessimistas. Quanto maior a intensidade do perfil, mais preocupado é com erros e críticas. Não lida bem com críticas, principalmente as feitas na frente de outras pessoas ou sem nenhum fundamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o time trazem vários benefícios como alto padrão de qualidade e sempre fazendo as perguntas certas, o que ajuda a evitar um plano de trabalho raso. São bastante questionadores e objetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você vai conversar com uma pessoa desse perfil prepare sua argumentação com antecedência, tenha uma abordagem direta e franca e dê-lhe informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que alivia seu estresse é ficar sozinho em silêncio, organizar coisas ou coleções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma curiosidade: esse perfil tem a tendencia de demorar muito para efetuar uma compra porque ele precisa de todas as informações necessárias e fazer comparações para fazer a melhor escolha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Conhece alguém com esse perfil?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante saber que podemos desenvolver características de outros perfis se isso nos ajudar a ter melhor performance, mas não mudamos a nossa essência. Quando temos clareza de todos nossos pontos fortes e de melhoria, nos aceitamos melhor e mudamos aquilo que é importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um líder conhece bem o seu time ele consegue extrair o que tem de melhor em cada um, o talento de cada um. Também consegue criar um plano de desenvolvimento individual para alcançar melhores resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Consegue identificar seus liderados? Consegue enxergar qual é o seu perfil comportamental?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça o Mapeamento Comportamental do seu time e tenha resultados extraordinários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se esse artigo ajudou você der alguma forma, compartilhe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://web.whatsapp.com/send?phone=5511995111356" data-type="URL" data-id="https://web.whatsapp.com/send?phone=5511995111356" target="_blank" rel="noopener">Se quiser saber mais sobre o assunto me chame no WhatsApp</a>, será um prazer falar com você!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça 4 passos que ajudam você a fazer melhores escolhas de Carreira</title>
		<link>https://beedh.com.br/conheca-4-passos-que-ajudam-voce-a-fazer-melhores-escolhas-de-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 12:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://beedh.com.br/?p=679</guid>

					<description><![CDATA[Um plano de carreira é uma estratégia fundamental para que você consiga ter clareza e visão de futuro, reavaliar o caminho que está seguindo, ampliar suas perspectivas, se desenvolver profissionalmente, estar preparado para as mudanças, que no mundo de hoje são muito rápidas, definir suas metas e construir a carreira que você almeja. As pessoas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um plano de carreira é uma estratégia fundamental para que você consiga ter clareza e visão de futuro, reavaliar o caminho que está seguindo, ampliar suas perspectivas, se desenvolver profissionalmente, estar preparado para as mudanças, que no mundo de hoje são muito rápidas, definir suas metas e construir a carreira que você almeja.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As pessoas têm resistência natural ao desenvolvimento de um planejamento de carreira, até porque muitos nunca foram estimulados a isso. Começam suas atividades profissionais e vão sendo levados de acordo com as circunstâncias. Não estão no trabalho que querem, não gostam do que fazem, mas acham que fazer um plano de carreira gera um esforço e um desgaste enormes, então preferem “ir levando”. As crenças limitantes e a falta de proatividade também faz as pessoas estacionarem e ficarem infelizes em suas carreiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>O que acontece é que vão pensar nas carreiras&nbsp;<strong>somente nos momentos de crise pessoal ou do mercado,</strong>&nbsp;sendo na maioria das vezes, reativas. O mercado está exigindo cada vez mais o protagonismo dos profissionais. Cada um deve ser responsável pelo planejamento e desenvolvimento da sua carreira. Ou seja,&nbsp;<strong>você deve ser proativo e tem que investir em você!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Ser protagonista em relação a sua carreira&nbsp;<em>“é assumir a iniciativa de pensar o desenvolvimento a partir de nós mesmos, ou seja, um movimento de dentro para fora, respeitando o que somos e o que acreditamos. Dessa forma conseguimos distinguir o que é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional de uma armadilha que se apresenta como algo muito atraente, mas que não está alinhada ao que queremos.”&nbsp;</em>(Gestão de Careiras: a pessoa, a organização e as oportunidades, Joel Souza Dutra).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Não é fácil mesmo, até porque nunca vamos ter certeza de tudo o que pode acontecer no caminho, podem acontecer fatos inesperados e esse ano de 2020 é um grande exemplo disso. Quem esperava por essa pandemia e o tanto de desafios que trouxe para as pessoas em suas carreiras? Estamos em um período de longas reflexões e não deixa de ser uma oportunidade de repensar e fazer o planejamento da sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como começar?</p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Faça um Diagnóstico de Carreira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Comece por um&nbsp;<strong>Diagnóstico de Carreira</strong>. Nesse momento você avalia quais são seus desafios de carreira no momento, como está seu trabalho hoje, os indicadores de carreira que medem seu grau de satisfação e insatisfação. Reflita sobre seus desejos, o que de fato quer conquistar na carreira e se o que está fazendo hoje é o suficiente para alcançar seu objetivo. Essas são somente algumas perguntas que você pode responder para entender seu momento atual de carreira:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gosto do que faço no meu trabalho hoje?</li>



<li>Estou frustrado com o meu trabalho?</li>



<li>Consigo ver congruência entre os meus valores e o meu trabalho?</li>



<li>Vejo possibilidade de crescimento na empresa que estou?</li>



<li>Estou no meu emprego só por conta do salário?</li>



<li>Estou decepcionado com a minha carreira?</li>



<li>Me sinto realizado com meu trabalho?</li>



<li>Consigo equilibrar todas as áreas da vida com o trabalho que tenho hoje?</li>



<li>Me sinto cansado, desmotivado e desvalorizado?</li>



<li>Será que é momento de pensar em um plano B?</li>



<li>Será que devo mudar de carreira?</li>
</ul>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Busque Autoconhecimento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">É importante que você seja sincero consigo mesmo ao responder esses questionamentos, pode ser que traga alguma dor, mas é importante você trazer para a consciência o que te incomoda. Depois do diagnóstico, o&nbsp;<strong>Autoconhecimento</strong>&nbsp;com certeza ajudará você a fazer melhores escolhas em relação a sua carreira. Entender quem você é, seus motivadores pessoais e profissionais, identificar seus comportamentos e emoções, conhecer seus medos, seus pontos fortes e de melhoria facilita muito a execução de um plano de carreira. &nbsp;Na verdade, o autoconhecimento ajuda você a fazer melhores escolhas em sua vida como um todo. Responder essas perguntas é fundamental para dar o passo seguinte.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O que me motiva profissionalmente?</li>



<li>Quais são meus pontos fortes?</li>



<li>Quais habilidades preciso melhorar?</li>



<li>Que pontos fracos podem me atrapalhar?</li>



<li>Em que tipo de ambiente quero trabalhar?</li>



<li>Como sou reconhecido?</li>



<li>Como me imagino no futuro?</li>



<li>Aonde quero chegar profissionalmente?</li>



<li>Qual o meu propósito de vida?</li>



<li>Quais comportamentos preciso mudar?</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Existem ferramentas, testes e técnicas que podem ajudar você nessa jornada. Se fizer sentido para você, <a href="https://deboracardosocoach.com.br/programa-jornada-do-autoconhecimento/" data-type="URL" data-id="https://deboracardosocoach.com.br/programa-jornada-do-autoconhecimento/" target="_blank" rel="noopener">leia como funciona o Mapeamento Comportamental<strong>.</strong></a></p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Trace Objetivos e Metas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Você já tem clareza do seu momento atual e já passou por um processo de autoconhecimento, agora sim, pode pensar em&nbsp;<strong>Metas e Objetivos de Carreira.&nbsp;</strong>Identifique nesse momento o que realmente deseja para sua carreira, quais são seus objetivos a curto, médio e longo prazo. Pense o porquê valerá a pena estabelecer metas para alcançar seu objetivo, por quais razões isso é importante para você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Identifique a distância que o separa dos seus objetivos, mapeie tudo o que precisa fazer para chegar até ele. Seja realista quanto a prazos, mas se desafie, afinal é o alcance do seu objetivo que está em jogo. Você trouxe o que precisa para a consciência, mas de nada vai adiantar se não tomar as atitudes certas. Pode ser que você precise desenvolver algumas competências para alcançar o que deseja. A vida pede movimento e ficar esperando as coisas acontecerem não é a melhor estratégia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a fluência na língua inglesa por exemplo, é uma qualificação super importante para alcançar a posição que deseja, seu estudo deve estar no seu Plano de Desenvolvimento muito bem definido. Pode ser que você queira trocar de profissão e para isso terá que estudar, buscar uma nova formação. Ou talvez seu desejo seja desenvolver suas habilidades de liderança pois seu objetivo é se tornar um grande líder na empresa que você já trabalha. Ou você decidiu que quer empreender e precisa se preparar para fazer essa transição de carreira de forma mais equilibrada. Tudo isso deve estar no seu Plano de Desenvolvimento.</p>



<br>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Faça um Plano de Desenvolvimento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem algumas ferramentas interessantes para desenhar um&nbsp;<strong>Plano de Desenvolvimento</strong>. Utilizo bastante em meus programas a 5W2H. Nela você insere todas as ações necessárias, os prazos, benefícios, custos e ainda nos programas de<strong>&nbsp;Orientação de Carreira e Coach</strong>, temos dois pontos fundamentais para pensarmos: os elementos limitantes, o que pode dificultar essa tomada de ação e os recursos que você tem, tanto materiais quanto emocionais, que podem te ajudar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>É super importante que você saiba que o Plano de Carreira não pode ficar somente no campo das ideias. Existe uma razão cientifica para que você coloque suas metas no papel, para que você tire da mente e escreva. Em 2015, foi feita uma pesquisa pela Dra. Gail Matthews, psicóloga clínica da Universidade Dominicana da California,&nbsp; para investigar o que podia fazer as pessoas terem resultados reais a partir da definição de metas e a conclusão que se chegou foi que&nbsp;<strong>as pessoas que escreviam e compartilhavam suas metas,</strong>&nbsp;<strong>aumentaram em 76% o alcance e a execução dessas metas</strong>. Então, dedique um tempo a todas essas atividades que comentamos aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segue um exemplo para te ajudar na visualização de um&nbsp;<strong>Plano de Desenvolvimento</strong>&nbsp;utilizado o primeiro exemplo, fluência da língua inglesa:</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="698" height="330" src="https://beedh.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image.png" alt="image" class="wp-image-730" title="Conheça 4 passos que ajudam você a fazer melhores escolhas de Carreira 1" srcset="https://beedh.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image.png 698w, https://beedh.com.br/wp-content/uploads/2023/04/image-300x142.png 300w" sizes="(max-width: 698px) 100vw, 698px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aproveite esse fim de ano para repensar e fazer seu Plano de Carreira. Tenho certeza de que isso vai te levar de encontro aos seus objetivos profissionais e como somos um ser integral, seus objetivos pessoais também acabam sendo atendidos.</strong></h3>



<br>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SEJA PROTAGONISTA DA SUA CARREIRA!</strong></h2>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Espero que essa leitura tenha te ajudado, mas se precisar de um acompanhamento para repensar sua Carreira, será um prazer fazer essa jornada com você.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você se considera autorresponsável?</title>
		<link>https://beedh.com.br/voce-se-considera-autorresponsavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 12:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2016 quando iniciei minha jornada pelo autoconhecimento comecei a buscar todo tipo de leitura, cursos, workshops, palestras, imersões e vivências que trouxessem mais ferramentas para que eu me conhecesse profundamente. Na verdade, sempre busquei isso através de terapias, mas se intensificou quando fiz a minha primeira formação em Coaching com o José Roberto Marques, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em 2016 quando iniciei minha jornada pelo autoconhecimento comecei a buscar todo tipo de leitura, cursos, workshops, palestras, imersões e vivências que trouxessem mais ferramentas para que eu me conhecesse profundamente. Na verdade, sempre busquei isso através de terapias, mas se intensificou quando fiz a minha primeira formação em Coaching com o José Roberto Marques, um dos meus mentores. Ele usou uma frase na formação que me impactou muito: “<em>Quanto mais eu me conheço, mais eu me curo e me potencializo”</em>. E eu acredito verdadeiramente que só posso ajudar os outros na jornada do autoconhecimento se eu procurar primeiro me conhecer a fundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre essas leituras surgiu o livro do Paulo Vieira, O Poder da Autorresponsabilidade, lido há algum tempo. É um livro fácil de ler e agradável, mas que mostra algumas verdades difíceis de digerir. Sempre que nos autoavaliamos, com intenção de melhorar, deparamos com alguns fatos doloridos que durante um tempo escondemos debaixo do tapete. Por isso, sempre falo para meus clientes que não é tão simples essa jornada, é preciso coragem e realmente querer ver transformações positivas na sua vida. Mas, como meu outro mentor, Gerônimo Theml fala,&nbsp;<em>antes de melhorar piora</em>, e muito!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Paulo Vieira, a autorresponsabilidade está associada à nossa capacidade de responsabilizarmos a nós mesmos por tudo aquilo que acontece em nossas vidas. Aquilo que é positivo ou negativo, e o que nos influencia direta ou indiretamente. Hoje quero abordar meu aprendizado com as seis leis para a conquista da autorresponsabilidade lidas nesse livro. São elas:</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1 – Se é para criticar, cale-se</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Quando paramos de criticar, nosso foco passa a ser a solução e não o problema.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de falar propriamente dessa lei quero comentar sobre outro tema muito relevante e que tem total congruência com essa lei. Estudando a autossabotagem conheci o Shirzad Chamine, autor do livro Inteligência Positiva e especialista no estudo dos sabotadores. Os sabotadores são os inimigos internos que existem em todas as culturas, faixas etárias e gêneros. Todos nós temos e utilizamos parte do nosso cérebro em forma de sabotagem. Desenvolvemos sabotadores desde a infância para nos defendermos das ameaças que percebemos, tanto fisicas quanto emocionais. Um dos nossos sabotadores, o universal e que alavanca todos os outros é o Crítico. Nessa jornada de autoconhecimento e de ajudar as pessoas a percorrerem esse caminho, percebi o quanto ele é forte em nossa mente, acha defeitos em nós mesmos, nos outros e nas circunstancias. Provoca a maior parte da nossa decepção, raiva, arrependimento, culpa, vergonha e ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem nunca conheceu alguém que critica o tempo todo? Critica os outros:&nbsp;<em>não tenho minha promoção por causa de fulano, ele me boicota</em>. Critica as circunstâncias:&nbsp;<em>ah, não consigo oportunidade de trabalho porque o governo é ruim</em>. Critica a sim mesmo:&nbsp;<em>eu falhei daquela vez e agora nada mais vai dar certo por causa disso</em>. Esse sabotador traz muitos conflitos internos, afinal quem se critica o tempo todo, nunca acha que é bom o suficiente, e conflitos com os outros que se ressentem ao serem cirticados a todo instante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira lei da Autorresponsabilidade é,&nbsp;<strong>se é para criticar, cale-se</strong>. Procure ajudar as pessoas dando sugestões de melhoria, ajudando-as a enxergar um novo caminho e não simplesmente apontando o dedo. Procure ser menos cruel com você mesmo e com os outros, todos estão tentando acertar.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2 – Se é para reclamar, dê sugestão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Os vitoriosos não perdem tempo reclamando e focando o problema, focam a solução e as possibilidades.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não sei você, mas já convivi com pessoas que reclamam de praticamente tudo. Reclamam do tempo, da família, dos amigos, do trabalho, do chefe, da esposa, do marido. Sempre arranjam motivos para reclamar. São aquelas pessoas que você tem até medo de perguntar se está tudo bem. Pessoas assim acabam afastando os outros. Reclamar nada mais é do que clamar novamente. Se você está reclamando de algo que está ruim em sua vida, o fato de ficar falando isso a todo momento, só traz para você mais da mesma situação. Fora que é uma perda de tempo e energia imensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foque sua energia em buscar alternativas para o problema que está vivendo e evite reclamar, se policie mesmo. Quer uma ajuda? Tenha um guardião, durante um dia peça para alguém muito próximo a você anotar quantas vezes você reclamou e ao fim do dia mostrar suas anotações. Espero que não se surpreenda com o resultado!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você convive com alguém assim? Converse, tente fazer com que a pessoa enxergue o quanto esse comportamento é limitador!</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3 – Se é para buscar culpados, busque solução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com toda a vivência que tive no mundo corporativo o que mais vi, infelizmente foram dedos apontados. Você deve conhecer alguém que sempre arruma um culpado. Não consegue se colocar na situação e enxergar sua parcela de responsabilidade. Nas empresas essa prática é motivo de muitos problemas e desgastes entre equipes. Quando se deparam com um problema, ao invés de se preocuparem com a solução, vira uma verdadeira caça às bruxas. Trabalhei em uma empresa onde errar não era permitido (o que já é um absurdo), então quando acontecia algum problema a primeira preocupação da gestão era castigar quem cometeu o erro. Fazia parte da cultura da empresa. Isso gerava uma angústia muito grande por parte da equipe. E muitas vezes, não havia um culpado, faltava orientação e clareza do que deveria ser feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao invés de buscar o culpado, resolva o problema e veja qual a melhor forma de evitar que aconteça de novo. Esse comportamento de buscar culpados a todo custo provoca insegurança na equipe em desempenhar seus papéis e muitas vezes falta de comprometimento com os resultados. A equipe se paralisa com o medo de errar. Converse, entenda o que aconteceu e busque novas formas de trabalho.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>4 – Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Ó vida, ó céus, ó azar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os dez sabotadores relatados pelo Shirzad Chamine também temos a Vítima, que é aquele que com seu estilo emocional e temperamental tenta conquistar atenção e afeição. Tem foco extremo em sentimentos internos, principalmente os dolorosos e uma imensa tendencia para martir. Você já conviveu ou convive com alguém assim? Que tem mania de perseguição? Certa vez uma cliente comentou que em todos os seus trabalhos, sempre teve alguem puxando seu tapete e é por isso que ela não foi promovida e não alavancou sua carreira. Faz sentido essa justificativa? Será que é possível isso? Ou talvez seja interessante fazer uma análise de qual comportamento que ela possui que atrai sempre a mesma situação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando temos autorresponsabilidade ser vitima ou fazer-se de vitima não faz parte do nosso comportamento. Vamos procurar identificar o que podemos melhorar em nós mesmos para não passarmos novamente pela mesma situação. Sempre somos nós os responsáveis, nós quem fazemos as escolhas de tudo o que acontece em nossas vidas. Ah…a falta de escolha não deixa de ser uma escolha.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5 – Se é para justificar seus erros, aprenda com eles</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem é autorresponsável não fica justificando seus erros. Se você errou é porque agiu e tudo bem. Tire o aprendizado do erro para que não aconteça novamente, mas não fique se justificando. Tive oportunidade de trabalhar com uma pessoa em minha carreira corporativa que não conseguia admitir nenhum erro, se justificava e geralmente colocando a culpa em alguém. &nbsp;Quantas vezes ficamos na defensiva quando erramos, sabemos que erramos, mas não queremos admitir porque isso seria um sinal de vulnerabilidade?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quem disse que não podemos ser vulneráveis? Brené Brown dedicou a vida estudando a vergonha, a vulnerabilidade e a coragem das pessoas. Tudo o que queremos o tempo todo esconder por medo do julgamento alheio ou porque queremos parecer fortes. Se você não assistiu sua palestra no TED ou leu seu livro <em>A Coragem de ser imperfeito</em>, leia, garanto que vai tirar muitos aprendizados. Vou deixar abaixo o link para a palestra.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>6 – Se é para julgar as pessoas, julgue apenas suas atitudes e comportamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui vai um triste fato: somos julgadores. E se você acha que não, pare para pensar em situações que você passa no do dia a dia e com olhar crítico, chegue a sua conclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui acredito que caiba um pouco de empatia, palavrinha tão falada e que nem todos sabem seu real significado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Empatia significa a&nbsp;<strong>capacidade psicológica</strong>&nbsp;para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em&nbsp;<strong>tentar compreender sentimentos e emoções</strong>, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo. (extraído de&nbsp;</em><a href="https://www.significados.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><em>https://www.significados.com.br/</em></a><em>)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Julgamos a pessoa que está de cara fechada,&nbsp;<em>nossa é uma antipática</em>, mas não procuramos nos colocar no lugar dela e entender o motivo da cara séria. Julgamos o motorista que está correndo no trânsito, ultrapassando todo mundo, dirigindo loucamente, mas não paramos para pensar que ele pode estar levando alguém doente para o hospital. Julgamos tudo, julgamos todos. E necessariamente a pessoa não é aquilo, talvez ela esteja passando por um momento de muita dor, talvez ela esteja precisando de ajuda. Antes de julgar, tente se colocar no lugar da pessoa, ter o olhar dela para a situação. Seja justo e acima de tudo, corrija primeiro a você.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos colocarmos como protagonistas da nossa história e responsáveis pelas nossas escolhas e por tudo o que acontece decorrente delas, nos faz sermos autorresponsáveis. Somente assim podemos buscar uma vida de plenitude e prosperidade. Comece a mudança por você e tenha certeza de que tudo mudará ao seu redor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como ajudar o adolescente a escolher a profissão que queira seguir pelo resto de sua vida?</title>
		<link>https://beedh.com.br/como-ajudar-o-adolescente-a-escolher-a-profissao-que-queira-seguir-pelo-resto-de-sua-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[deboracardoso]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 12:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com pesquisas, 60% dos jovens com curso superior desempenham outras atividades profissionais que muitas vezes não tem nada a ver com o que estudaram. Quantas pessoas você conhece que fizeram um curso superior e trabalham com outra atividade? Acredito que várias. A escolha da profissão se dá na adolescência, um momento difícil da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com pesquisas, 60% dos jovens com curso superior desempenham outras atividades profissionais que muitas vezes não tem nada a ver com o que estudaram. Quantas pessoas você conhece que fizeram um curso superior e trabalham com outra atividade? Acredito que várias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da profissão se dá na adolescência, um momento difícil da vida do ser humano, época em que está acontecendo um turbilhão de coisas na mente e no corpo dos jovens. É um período em que o jovem tem insegurança porque falta o autoconhecimento, não sabe exatamente o que quer, quais são seus pontos fortes, seus pontos de melhoria, seu propósito de vida. Não é um momento fácil para fazer escolhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, e cada vez mais, são apresentadas muitas profissões o que abre um leque enorme de oportunidades. A ansiedade de ter que escolher, a pressão dos pais, da sociedade, as dúvidas se o que gostam trará retorno financeiro, se irão escolher certo, se serão felizes com sua escolha, todos esses fatores confundem e geram muitas incertezas na cabeça dos jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns jovens fazem sua opção de carreira pensando na profissão que serão bem remunerados, que terão projeção social, ou que os pais fizeram para seguir o mesmo caminho. E esquecem, ou não tem consciência do quanto é importante fazermos o que gostamos, o que realmente dá sentido às nossas vidas. Como fala Confúcio: “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida. ” Por isso é necessário ir além do conhecimento técnico, é preciso descobrir sua real vocação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coaching vocacional é um processo onde o jovem sai da incerteza em relação ao que estudar para ter maior clareza da escolha do que quer seguir profissionalmente. No processo de coaching o jovem será direcionado, através perguntas, a descobrir seus valores, seus gostos, suas vontades, ao conhecimento e desenvolvimento de capacidades e habilidades. O que vai além do lado profissional, pois ele acaba desenvolvendo habilidades importantes para usa vida como um todo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um processo de coaching vocacional passa por diversas fases:</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coaching Education</strong>&nbsp;– nessa fase há o entendimento do processo e levantamento de expectativas. Geralmente essa primeira sessão acontece com a presença dos pais ou responsáveis e o jovem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoconhecimento&nbsp;</strong>– através de atividades de autoconhecimento, ajuda o jovem a se entender melhor e assim poder fazer uma escolha mais adequada ao seu perfil. Nessa fase falamos sobre valores, habilidades, competências e crenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planejamento/ações&nbsp;</strong>– o processo não serve somente para preparar o jovem para escolha da profissão, mas também para o mercado de trabalho, desenvolvendo comportamentos e competências necessárias. Nessa fase discutimos objetivos, metas, tomadas de decisões, mudança de hábitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pesquisa&nbsp;</strong>– é feita uma análise do cenário, onde o jovem faz uma pesquisa do mercado de trabalho e do mercado educacional: quais as melhores faculdades, como é o profissional que trabalha naquela profissão, como é o mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avaliações</strong>&nbsp;– levantamento dos resultados e avaliação do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coaching promove resultados extraordinários como desenvolvimento de habilidades, gestão do tempo, melhora no planejamento de vida, autoconhecimento, desenvolvimento de competências, conhecimento de seus pontos fortes e a melhorar, evolução contínua, entre tantos outros.</p>



<br>



<p class="wp-block-paragraph"> <strong>Esse processo é fundamental para o jovem que quer fazer uma escolha certa!</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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